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Yourùbá

Início Diagnostico Sociolinguístico Yourùbá

Metadados

Projeto

Língua Yourùbá

Língua do Inventário

Yourùbá

1 - Comunidade de Referência

1.1 Número de falantes

150

7 - Taxa de Transmissão da língua de referência

7.1 Faixa Etária

Idoso +60

8 - Grau de Transmissão da Língua de Referência

Grau de transmissão da língua

Em retomada de crescimento

9 - Escrita e Leitura

9.1 Identificar a existência de grafias

com uma grafia

9.2 Caracterizar as grafias existentes

Yourübá

9.4 As pessoas da comunidade costumam escrever na sua própria língua?

Sim

9.5 Quais tipos de texto?

Rezas, provérbios, cânticos, louvações.

9.6 Há quanto tempo existe o uso da escrita na língua de referência pela comunidade?

Há menos de 25 anos

9.7 Pode-se dizer que existe uma tradição de textos escritos em diferentes gêneros discursivos na comunidade?

Sim

9.8 Comente a questão anterior se sua resposta for “sim”:

É uma tradição que os cantigas sagrados, as rezas e os provérbios sejam grafados no idioma original, o que atua na preservação da língua.

9.9 As pessoas da comunidade costumam escrever em português?

Sim

9.10 Quais tipos de textos?

Todos os outros.

9.11 Comente sobre as principais diferenças entre a prática de escrita e leitura na língua portuguesa e na língua de referência da comunidade

A principal diferença é que o idioma Ioruba se dá dentro do contexto religioso.

10 - Paisagem Linguística

10.1 Quais são os principais tipos de textos escritos que costumam estar expostos na paisagem linguística das localidades de ocorrência da língua de referência:

Outros

10.2 Caso tenha marcado a opção "outros", explique:

Convites, provérbios, postagens em redes sociais

13 - Língua mais frequente

13.1 Língua mais frequentemente usada nas situações cotidianas

Língua 1: Português | Língua 2: Iorubá

14 - Situação Comunicativa

14.1 Situações comunicativas

A língua iorubá é usada em rituais, rezas e saudações. É usada nos terreiros e nas redes sociais. Os interlocutores são a própria comunidade, familiares e amigos. O uso se dá por meio oral/sinal, meio escrito e meio eletrônico, como computador, internet, redes sociais e celular.

14.3 Dinâmica dos usos da língua de referência

[4] Uso em expansão

14.4 Justificativa e detalhamentos sobre a dinâmica de usos

Na comunidade pesquisada, nota-se a criação de novos núcleos onde o idioma passa a ter mais utilização.

15 - Usos linguísticos especiais da língua de referência

15.1 Uso linguístico especial

Não se aplica. Comoo uso da língua de referência se dá no ambiente religioso,
toda a sua utilização é considerada especial.

16 - Caracterização da situação atual dos usos linguísticos especiais

16.1 Proporção de indivíduos que conhecem o uso linguístico especial

Muita pessoas

16.2 Frequência atual do uso linguístico especial

Mais do que antigamente

16.3 Situação da transmissão do uso linguístico especial

Número decrescente de pessoas aprendendo

16.4 Observações sobre os usos linguísticos especiais

Apesar de estarem sendo criados novos núcleos de produção e realização religiosa, o que permite a expansão do uso da língua, nota-se que não há estudo específico, o que acarreta a propagação deficiente da língua, proporcionando perdas fonéticas e gramaticais.

17 - Atitudes linguísticas da comunidade

17.1 Grau de atitudes dos falantes com relação à língua de referência

Cindida

Observações

O desinteresse de parte da comunidade na preservação da língua é um dos fatores que requerem a preservação do idioma, posto que tal comportamento ameaça sua existência.

17.2 Atitude em relação às demais línguas

A maioria das palavras de origem iorubá utilizadas no cotidiano da comunidade pesquisada ainda não foi dicionarizada no idioma português. Em razão disso, possuem fonética e semântica, mas não uma grafia oficial em português. Logo, há inúmeros casos de “estrangeirismos”, “neologismos” etc. Ex.: acorá — s. àkàró: coroa real de Ogún; agogô — s. agogo: sino; búrédi — s. pão, do inglês bread.

18 - Síntese

18.1 Nesse momento, qual ou quais línguas a pesquisa identifica como dominante para a vida cotidiana e valores culturais na comunidade, incluindo os fatores considerados nesse diagnóstico (aquisição, transmissão, usos, atitudes)? É possível estabelecer uma hierarquia entre as línguas nesse sentido?

Língua 1 Português
Língua 2 lorubá

18.3 Panorama das línguas em contato

Todos os indivíduos, na área pesquisada, falam português, como primeiro idioma, e iorubá. Poucos são os indivíduos multilíngues. O idioma predominante na comunicação do grupo é o português. Contudo, no uso religioso, inverte-se: o iorubá passa a ser a língua oficial e dominante. O iorubá está em risco, pois não há ensino regular nem ações afirmativas para seu reconhecimento, difusão e preservação.

Anexar mídia(s)/Fazer upload de mídia(s) relacionadas ao uso da língua

Uso do iorubá

Módulos Relacionados

Identificação da Pesquisa

Yourùbá

Caracterização Territorial

Yourùbá

Comunidade Linguística

Yourùbá

Identificação e Caracterização da Língua Referência

Yourùbá

Avaliação da Vitalidade Linguística, Revitalização

Yourùbá

4.1 Quantos também falam português na comunidade de referência?

150

5.1 Quantos indivíduos na comunidade de referência que falam três ou mais línguas?

3

5.3 Quais são as línguas mais comuns faladas por indivíduos que dominam mais de duas?

Inglês e Francês

6.1 Qual língua é mais comumente aprendida como primeira língua?

Língua 1: Português

6.2 Qual língua é mais comumente aprendida como segunda língua?

Língua 1: lorubá | Língua 2: Inglês | Língua 3: Francês

6.3 Para as línguas adquiridas como segunda língua, indique

Língua:

Iorubá

Em que fase da vida dos indivíduos a língua é adquirida?

Em qualquer fase da vida, a medida que passam ter contato com a religiosidade

Em que contextos sociais ela está sendo adquirida?

Contexto religioso.

6.4 Há diferenças notáveis entre a aquisição da língua de referência em diferentes localidades investigadas?

Entendemos a necessidade de apuração in loco acerca das modalidades de aquisição da língua

Número absoluto de falantes fluentes

0

Número absoluto de falantes com proficiência parcial

10

11.1 Número de falantes com proficiência plena em leitura

10

11.3 Número de falantes com proficiência plena em escrita

5

11.5 Número de falantes com proficiência parcial em leitura

140

11.7 Número de falantes com proficiência parcial em escrita

145

12.1 Número de falantes com proficiência plena em leitura

150

12.3 Número de falantes com proficiência plena em escrita

150

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Todas as informações sobre as línguas disponibilizadas no portal são de autoria das instituições responsáveis pelas pesquisas e das respectivas comunidades de referência, e dizem respeito ao momento em que as pesquisas foram realizadas.

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)

SEPS 702/902, Bloco B, Centro Empresarial Brasília 50, Torre Iphan

Ficou alguma dúvida? Entre em contato com a equipe do INDL:

E-mail: 
diversidade.linguistica@iphan.gov.br 

Telefones:
(61)2024-5416 | (61)2024-5419 | (61)2024-5422  

Imprensa 

Para assuntos de imprensa, entre em contato por meio da Coordenação-Geral de Comunicação do Iphan (CGCOM) na Sala de Imprensa. 

Ouvidoria 

Outros assuntos como críticas, elogios ou denúncias podem ser feitas na Ouvidoria do Iphan.