Status do Processo de Reconhecimento
1.3 Língua do Inventário
Saiba mais sobre esta língua
Conheça a língua
2.1 Modalidade da língua
Oral-auditiva
Autodenominações
1.6 Observações sobre autodenominações
bàbálórìṣà = sacerdote. Lit.: bàbá, pai, + l, prep. que substitui “ní”, no, na, em, antes de palavra iniciada por vogal diferente de “í”, + òrìṣà, divindade.
Ọmọkùnrin ọmọlójú = neto. Lit.: ọmọ, filhos, + l, forma modificada do v. ní, possuir, + ojú, olhos. Mesmo que ọmọ ọmọ. V. ọmọlálà.
káwà ó o kábíyèsí lé! — exp. saudação a Ṣàngó: “Permita-nos olhar para Vossa Majestade!”. Lit.: káwà ó o, exp. que possamos olhá-lo, + kábíyèsí, saudação que se faz a um rei, + lé, prep. complementar de cumprimento a um chefe. V. Ṣàngó; ẹba kõ se!; kábíyèsí.
Heterônimos
1.8 Observações sobre heterônimos
TERMOS EXTERNOS
Pai de santo = bàbálórìṣà (adepto).
Macumbeiro = abòrìṣà (adepto).
Cavalo/Médium = elégún (médium).
HETERÔNIMOS NO IDIOMA
ifẹ́ (s. amor) x ẹ̀pẹ̀ (s. ódio)
àlááfíà (s. paz) x ógún (s. guerra)
dídára (s. saúde) x àìlera (s. doença)
1.9 Denominação de ampla circulação
loruba | Nagô

1.1 Identificação e Caracterização da Língua Referência - Nome da língua
Yourùbá
1.2 Projeto
1.3 Língua do Inventário
1.11 Denominação adotada neste formulário
loruba ou Nagô
1.12 Justificativa da denominação adotada
Forma usual.
acesse imagens e vídeos da comunidade de referência
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Acesse a página Uso do iorubá Vídeo em formato MP4, com imagem em movimento, áudio e legendas. Duração aproximada de 2min15s. Resolução de 1280 x 720 px, proporção 16:9. Codec de vídeo H.264/AVC; codec de áudio AAC, estéreo, 44,1 kHz. O vídeo apresenta registros do uso da língua iorubá em contexto ritual e em situação de aula, com cenas de pessoas vestidas de branco, cantos, danças, explicações e legendas com expressões em iorubá e tradução para o português.
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Acesse a página Djalma Corrêa: Candomblé — 1977 Vídeo em formato MP4, composto por áudio e imagens estáticas. Duração aproximada de 33min57s. Resolução de 640 x 360 px, proporção 16:9. Codec de vídeo H.264/AVC; codec de áudio AAC, estéreo, 44,1 kHz. O arquivo apresenta faixas sonoras atribuídas a Djalma Corrêa, do álbum “Candomblé”, de 1977, acompanhadas por imagens fixas da capa/encarte e telas de identificação das faixas.
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Acesse a página Grupo Korin Nagô: Shirê Orishás Èdè Yoruba — 1974 Vídeo em formato MP4, composto principalmente por áudio e imagem estática. Duração aproximada de 29min45s. Resolução de 450 x 360 px. Codec de vídeo H.264/AVC; codec de áudio AAC, estéreo, 44,1 kHz. O arquivo apresenta faixas sonoras do álbum “Shirê Orishás Èdè Yoruba”, do Grupo Korin Nagô, acompanhadas por imagem da capa e telas de identificação das faixas.
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Acesse a página Yorubá: Cultura Vídeo em formato MP4, com imagem em movimento e áudio. Duração aproximada de 7min50s. Resolução de 320 x 240 px, proporção 4:3. Codec de vídeo H.264/AVC; codec de áudio AAC, estéreo, 44,1 kHz. O vídeo apresenta conteúdo educativo sobre a cultura iorubá, combinando depoimentos, imagens de manifestações culturais, mapas da África Ocidental, registros históricos e cenas relacionadas à presença cultural iorubá no Brasil.
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Acesse a página Uso do iorubá Vídeo em formato MP4, com imagem em movimento, áudio e legendas. Duração aproximada de 2min15s. Resolução de 1280 x 720 px, proporção 16:9. Codec de vídeo H.264/AVC; codec de áudio AAC, estéreo, 44,1 kHz. O vídeo apresenta registros do uso da língua iorubá em contexto ritual e em situação de aula, com cenas de pessoas vestidas de branco, cantos, danças, explicações e legendas com expressões em iorubá e tradução para o português. -
Acesse a página Djalma Corrêa: Candomblé — 1977 Vídeo em formato MP4, composto por áudio e imagens estáticas. Duração aproximada de 33min57s. Resolução de 640 x 360 px, proporção 16:9. Codec de vídeo H.264/AVC; codec de áudio AAC, estéreo, 44,1 kHz. O arquivo apresenta faixas sonoras atribuídas a Djalma Corrêa, do álbum “Candomblé”, de 1977, acompanhadas por imagens fixas da capa/encarte e telas de identificação das faixas. -
Acesse a página Grupo Korin Nagô: Shirê Orishás Èdè Yoruba — 1974 Vídeo em formato MP4, composto principalmente por áudio e imagem estática. Duração aproximada de 29min45s. Resolução de 450 x 360 px. Codec de vídeo H.264/AVC; codec de áudio AAC, estéreo, 44,1 kHz. O arquivo apresenta faixas sonoras do álbum “Shirê Orishás Èdè Yoruba”, do Grupo Korin Nagô, acompanhadas por imagem da capa e telas de identificação das faixas. -
Acesse a página Yorubá: Cultura Vídeo em formato MP4, com imagem em movimento e áudio. Duração aproximada de 7min50s. Resolução de 320 x 240 px, proporção 4:3. Codec de vídeo H.264/AVC; codec de áudio AAC, estéreo, 44,1 kHz. O vídeo apresenta conteúdo educativo sobre a cultura iorubá, combinando depoimentos, imagens de manifestações culturais, mapas da África Ocidental, registros históricos e cenas relacionadas à presença cultural iorubá no Brasil.
3 - Historicidade da língua
Esta seção reúne informações sobre a presença histórica da língua de referência no território e sobre os principais marcos temporais relacionados à trajetória da comunidade linguística. O registro desses elementos permite compreender a continuidade, as transformações e os processos históricos associados ao uso da língua.
3.1 A língua é falada no território nacional há pelo menos três gerações?
Sim
Marcos temporais
3.2 Indique os marcos temporais que caracterizam a história da comunidade linguística
Como marcos temporais da utilização da língua em território brasileiro, consideramos os Ciclos da Escravidão, a partir dos quais, com o processo da diáspora africana, os negros trazidos para o Brasil passaram a falar e difundir seus idiomas nativos no solo brasileiro. Há ainda o primeiro registro de agrupamento sociorreligioso de matriz africana cadastrado em pesquisas, datado de 1785, quando, por meio de um registro policial do período da Inquisição, observa-se um auto de prisão do líder de um candomblé no interior da Bahia, ver tese em anexo. 1º Período: Ciclo da Guiné, 2ª metade do século XVI, Nigéria, Togo, Gana, Benin, Libéria, Costa do Marfim, Cabo Verde e São Tomé. 2º Período: Ciclo Angola/Congo, século XVII, Camarões, Zaire, Gabão e República Centro-Africana. 3º Período: Ciclo Costa da Mina, 1ª metade do século XVIII, Nigéria e Benin. 4º Período: Costa da Mina, última metade do século XVIII e século XIX, Nigéria e Benin. Embora não se tenha uma data específica da fundação do Candomblé no Brasil, além dos dados acima, temos, mais recentemente, as datas de fundação das mais antigas casas de Candomblé do Brasil, havidas em Salvador/BA, as quais são consideradas as “casas matrizes”. São elas: Gantois, Opô Afonjá, Casa Branca do Engenho Velho e Casa de Oxumarê. Fonte: COSTA E SILVA, Alberto da. A enxada e a lança, 1996.
4 - Classificação Linguística
Esta seção apresenta a classificação linguística da língua de referência, incluindo sua inserção em troncos, famílias ou outros agrupamentos linguísticos, bem como suas relações com línguas geneticamente próximas ou de origem comum. Essas informações contribuem para a compreensão da posição da língua no conjunto das línguas existentes.
4.1 Tipo de língua
Línguas de origem
4.2 Línguas de origem
O iorubá pertenceria ao grupo dos idiomas nígero-congoleses, que cobre quase a metade da África, sendo classificados em cinco ramos: o oeste-atlântico, o gur ou voltaico, o kwa, o benue-congo e os adamawa-orientais. O ramo kwa compreende o kru, o kwa ocidental, ou ewe-akan, com o evé ou ewe, o fon, o axânti, o fânti, o gã, o igala, o nupé, o edo, o ibo, o ijó e o iorubá. A fim de ajudar a nos situar em relação ao tempo, vale dizer que a separação do idioma iorubá do grupo nígero-congolês contaria seis mil anos. Um pouco mais recente, a distinção do iorubá das línguas dos ibos, dos edo e dos ijó teria cinco mil anos; e o apartamento do iorubá do igala, dois mil anos. Cada um desses ramos se fraciona em centenas de dialetos, num processo iniciado há aproximadamente dois milênios. Fonte: COSTA E SILVA, Alberto da. A enxada e a lança: a África antes dos portugueses. 2ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1996.

9.1 Escolas
9.1.1. Há professores que falam a língua de referência?
sim, todos ou a grande maioria
9.1.2 Há Materiais didática na e sobre a língua de referência ?
sim, mas existem ainda muito poucos e/ou de baixa qualidade
9.1.3 Observações (professores e materiais didáticos)
A maioria do material alistado não está disponível na grande maioria das aldeias Wari’. Algumas cópias das cartilhas do CIMI estavam com os professores nas aldeias Lage Novo. Foi possível encontrar duas cópias de Oro Nao’ e Vilaça (2014) nas aldeias do Rio Negro. Em Graças a Deus, foi possível encontrar uma cópia de Kern e Mantovani (2007). Para os DVDs produzidos pelo autor, aproximadamente 20 cópias de cada foi distribuída para as comunidades envolvidas, com mais cópias fornecidas quando solicitadas. Revisão dos materiais pedagógicos demonstra que a maioria apresenta algumas inconsistências em termos do uso da ortografia e na segmentação de palavras. Vários professores comentaram sobre sua incerteza em como escrever certas palavras. Sabendo disso, realizamos um diagnóstico ortográfico durante o levantamento em Rio Negro, Sagarana e Lage Novo, pedindo que os participantes, geralmente alunos e professores, escrevessem trinta palavras selecionadas na língua Wari’. Análise dos resultados identificou as dificuldades principais seguintes: distinção de segmentos nasais no final da palavra, identificação da oclusiva glotal e das ressonantes glotalizadas, e a segmentação de verbos e sua flexão.
9.1.5 Indique a situação atual da promoção da língua no contexto escolar
Favorável à promoção do uso da língua de referência na escola
Instituições que promovem a língua
12.1 Nome da instituição
Intolerantes religiosos
12.2 Ações prejudiciais
Publicações na internet e ações político-institucionais .
12.3 Consequências
Diminuição de falantes do idioma, dificuldades de preservação e reconhecimento da língua de referência.
Bibliografia sobre/na língua
Mais informações
6 - Situação político-jurídica
Esta seção registra o reconhecimento formal da língua de referência em instrumentos legais ou normativos, como processos de oficialização, patrimonialização ou regulamentação. As informações reunidas permitem identificar o status jurídico da língua e sua inserção em políticas públicas de proteção, valorização e promoção.
6.1 Oficialização
Língua não-oficial
6.2 Patrimonialização
Língua sem reconhecimento patrimonial
Grafias existentes


