Status do Processo de Reconhecimento
1.3 Língua do Inventário
Saiba mais sobre esta língua
Conheça a língua
1.4 Léxicos e Listas de Palavras
Tipo de Lista
2.1 Modalidade da língua
Oral-auditiva
Autodenominações
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Heterônimos
Não há dados registrados aqui...

1.1 Identificação e Caracterização da Língua Referência - Nome da língua
Asuriní do Trocará
1.2 Projeto
1.3 Língua do Inventário
1.11 Denominação adotada neste formulário
Awá eté Asorinía na língua nativa e Asuriní na língua Portuguesa Autodenominam-se em certas situações Awa eté ‘gente verdadeira’
1.12 Justificativa da denominação adotada
Autodenominação dos falantes da RCI para uma variedade supra-regional intracomunitária e intercomunidades (koiné) do italiano como língua alóctone em contato com outras variedades do italiano e com o português do Brasil
1.13 Observações gerais sobre denominações
Nenhum dos termos acima é pejorativo. É dito que o termo Asuriní foi informado aos não índios que acionaram o contato com os Asuriní pelos índios Jurúna, mas muito provavelmente se tratava dos Asuriní do Xingu. Na época do contato dos Asuriní do Trocará, os agentes do SPI julgaram que se tratava do grupo chamado Asuriní pelos Jurúna.
Esta seção registra a existência de línguas ou variedades relacionadas à língua de referência, bem como suas características sociolinguísticas, locais de uso e níveis de inteligibilidade. O objetivo é identificar diferenças, proximidades e relações entre formas linguísticas utilizadas pela comunidade ou por grupos associados.
5.2 Localidades ou regiões onde é falada
Região de Colonização Italiana do RS, Paraná (ex. Colombo, conforme depoimento)
5.4 Classificação da variedade
Variedades internas identificadas na pesquisa, embora não explicitamente listadas no formulário
5.5 Identificação sociolinguística
diferenças regionais e locais entre falares de imigração italiana
5.6 Grau de inteligibilidade
Sim, com o italiano
5.7 Grau de percepção dos falantes
Diferenças percebidas mais no status da língua do que em sua formação; falantes frequentemente tratam talian e italiano como uma mesma língua
5.8 Observações sobre variedades linguísticas
O relatório aponta múltiplas formas de escrita e ausência de grafia unificada
5.9 Diferenças estruturais entre línguas consideradas uma mesma Língua
O relatório aponta múltiplas formas de escrita e ausência de grafia unificada
5.10 Divergências na literatura sobre línguas consideradas línguas diferentes
Sim; o próprio relatório mostra que o talian às vezes é percebido pelos falantes como dialeto ou variedade não gramatical do italiano-padrão; também pode abrigar outras variedades do italiano (trentino, mantuano, bergamasco, tirolês, vêneto)
acesse imagens e vídeos da comunidade de referência
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Acesse a página Registro Audiovisual de Eventos Culturais da Comunidade Asuriní do Trocará Registro em vídeo de registro audiovisual de eventos culturais da comunidade asuriní do trocará.
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Acesse a página Aspectos Metodológicos da Pesquisa e Documentação Linguística INDL Registro em vídeo de aspectos metodológicos da pesquisa e documentação linguística indl.
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Acesse a página Coleta de Literatura Oral e Poética Tradicional Asuriní do Trocará Registro em vídeo de coleta de literatura oral e poética tradicional asuriní do trocará.
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Acesse a página Etnografia Visual: O Manejo da Malva na Comunidade Asuriní do Trocará Registro em vídeo de etnografia visual: o manejo da malva na comunidade asuriní do trocará.
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Acesse a página Diagnóstico Sociolinguístico: Práticas de Uso da Língua Asuriní do Trocará Registro em vídeo de diagnóstico sociolinguístico: práticas de uso da língua asuriní do trocará.
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Acesse a página Cachoeira Grande do Rio Trocará Fotografia de cachoeira em área de mata, identificada no formulário como Cachoeira Grande do Rio Trocará, situada em região de transição geológica próxima à Rodovia Transcametá. -
Acesse a página Conglomerado de seixos rolados próximo à aldeia Trocará Fotografia de afloramento rochoso com conglomerado de seixos rolados em matriz ferralítica, localizado próximo à aldeia Trocará, utilizado no formulário para caracterização geomorfológica da área. -
Acesse a página Bacurizeiro e fruto do bacuri na Terra Indígena Trocará Composição fotográfica com imagem de bacurizeiro e fruto de bacuri aberto, relacionada à descrição do extrativismo e da importância econômica do bacuri para os Asuriní do Trocará. -
Acesse a página Uso de recursos vegetais: pintura com urucum, instrumento de sopro e construção da Tekatawa Composição fotográfica mostrando práticas de uso de recursos vegetais, incluindo pintura corporal com urucum, confecção de instrumento de sopro com tabocas e construção da Tekatawa com madeira e palha. -
Acesse a página Colheita de milho verde na roça da comunidade Fotografia de pessoa em área de roça comunitária durante a colheita de milho verde, associada à descrição das práticas agrícolas dos Asuriní do Trocará. -
Acesse a página Casa de farinha e igarapé usado para pubagem da mandioca Conjunto de fotografias mostrando a casa de farinha do Nixanixá e Tohotohona e um igarapé próximo onde raízes de mandioca são colocadas para pubar. -
Acesse a página Explicação da técnica de plantio de cará “abafado” em área de capoeira Fotografia de pessoa em área de capoeira explicando ou demonstrando a técnica de plantio de cará “abafado”, apresentada no formulário como adaptação de técnica agrícola regional.
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3 - Historicidade da língua
Esta seção reúne informações sobre a presença histórica da língua de referência no território e sobre os principais marcos temporais relacionados à trajetória da comunidade linguística. O registro desses elementos permite compreender a continuidade, as transformações e os processos históricos associados ao uso da língua.
3.1 A língua é falada no território nacional há pelo menos três gerações?
Sim
3.2 Indique os marcos temporais que caracterizam a história da comunidade linguística
A história da comunidade linguística enquanto Asuriní, formada pelas famílias atuais data de aproximadamente 150 a 200 anos. Antes disso, muito provavelmente formavam com os Parakanã um povo só. E antes, muito provavelmente formavam com os Tapirapé, os Tembé e os Guajajára um povo só. Com isso queremos dizer que os Asuriní são na realidade representativos do modelo de diversificação interna da família Tupí-Guaraní, que tem aproximadamente 2000 anos, mas que, por sua vez, vem do Proto-Tupí, cuja idade foi calculada por Aryon Dall’Igna Rodrigues como possuindo aproximadamente 5000 anos.
4 - Classificação Linguística
Esta seção apresenta a classificação linguística da língua de referência, incluindo sua inserção em troncos, famílias ou outros agrupamentos linguísticos, bem como suas relações com línguas geneticamente próximas ou de origem comum. Essas informações contribuem para a compreensão da posição da língua no conjunto das línguas existentes.
4.1 Tipo de língua
4.3 Classificação linguística
4.5 Tronco linguístico
4.6 Família linguística
4.6 Listar as línguas geneticamente mais próximas
Parakanã, Tapirapé, Suruí, Tembé e Guajajára
4.7 Observações gerais
Essas línguas juntas formam o subgrupo VIII da família Tupí-Guaraní

Escolas no território
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9.1 Escolas
9.1.1. Há professores que falam a língua de referência?
sim, mas há muitos professores que não falam a língua | a língua de referencia é usada na instrução escolar
9.1.3 Observações (professores e materiais didáticos)
Não há formação adequada para que os professores ensinem a língua.
9.1.5 Indique a situação atual da promoção da língua no contexto escolar
Desfavorável à promoção do uso da língua de referência na escola Justificativa e caracterização (caso haja) das situações desfavoráveis para a promoção da língua no contexto escolar: Os professores não-índios não valorizam nem os professores nem as aulas de língua materna.
9.1.6 Justificativa e caracterização das situações desfavoráveis para a promoção da língua no contexto escolar
Os professores não-índios não valorizam nem os professores nem as aulas de língua materna.
Instituições que promovem a língua
12.1 Nome da instituição
Os pastores evangélicos e a nova igreja evangélica construída dentro da aldeia
12.2 Ações prejudiciais
Cultos em Português e ensino de ideologia que desfaz da cultura tradicional em todos os aspectos.
Bibliografia sobre/na língua
Mais informações
6 - Situação político-jurídica
Esta seção registra o reconhecimento formal da língua de referência em instrumentos legais ou normativos, como processos de oficialização, patrimonialização ou regulamentação. As informações reunidas permitem identificar o status jurídico da língua e sua inserção em políticas públicas de proteção, valorização e promoção.
6.1 Oficialização
Sim
6.2 Patrimonialização
Sim





