Status do Processo de Reconhecimento
1.3 Língua do Inventário
Saiba mais sobre esta língua
Conheça a língua
1.4 Léxicos e Listas de Palavras
2.1 Modalidade da língua
Oral-auditiva
Autodenominações
1.5 Autodenominações
Salamãi
1.6 Observações sobre autodenominações
Etymologia desconhecida; nome refere tanto à língua quanto ao povo; registrado pela primeira vez em 1913 pela Comissão Rondon como Charamein
Heterônimos
1.7 Heterônimos
Mondé, Sanamãika
1.8 Observações sobre heterônimos
Mondé é nome pessoal Salamãi de um líder de subgrupo misto, usado na literatura para a família linguística ou como sinônimo da língua; Sanamãika provavelmente deriva da autodenominação
1.9 Denominação de ampla circulação
Salamãi, Mondé
1 - Denominações da Língua
Esta seção registra a modalidade de expressão da língua de referência, indicando se ela é utilizada de forma oral, sinalizada, escrita ou em outras formas de comunicação. A identificação da modalidade é essencial para caracterizar a natureza linguística e orientar ações de documentação, ensino e preservação.
1.1 Identificação e Caracterização da Língua Referência - Nome da língua
Salamãi
1.2 Projeto
1.9 Denominação de ampla circulação
Salamãi, Mondé
1.10 Observações sobre denominação de ampla circulação
Ambos usados na literatura, mas Salamãi é mais comum na literatura recente; o próprio povo se chama Salamãi e nunca Mondé
1.11 Denominação adotada neste formulário
Salamãi
1.12 Justificativa da denominação adotada
Nome refere tanto à língua quanto ao povo em geral
1.13 Observações gerais sobre denominações
O nome Mondé também é usado para a família linguística, gerando difusão do rótulo 'Tupí-Mondé' entre falantes de línguas da família
Esta seção registra a existência de línguas ou variedades relacionadas à língua de referência, bem como suas características sociolinguísticas, locais de uso e níveis de inteligibilidade. O objetivo é identificar diferenças, proximidades e relações entre formas linguísticas utilizadas pela comunidade ou por grupos associados.
5.2 Localidades ou regiões onde é falada
Região de Colonização Italiana do RS, Paraná (ex. Colombo, conforme depoimento)
5.3 A equipe possui dados sobre essa variedade
Sim
5.4 Classificação da variedade
Variedades internas identificadas na pesquisa, embora não explicitamente listadas no formulário
5.5 Identificação sociolinguística
diferenças regionais e locais entre falares de imigração italiana
5.6 Grau de inteligibilidade
Sim, com o italiano
5.8 Observações sobre variedades linguísticas
O relatório aponta múltiplas formas de escrita e ausência de grafia unificada
5.9 Diferenças estruturais entre línguas consideradas uma mesma Língua
O relatório aponta múltiplas formas de escrita e ausência de grafia unificada
5.10 Divergências na literatura sobre línguas consideradas línguas diferentes
Sim; o próprio relatório mostra que o talian às vezes é percebido pelos falantes como dialeto ou variedade não gramatical do italiano-padrão; também pode abrigar outras variedades do italiano (trentino, mantuano, bergamasco, tirolês, vêneto)
3 - Historicidade da língua
Esta seção reúne informações sobre a presença histórica da língua de referência no território e sobre os principais marcos temporais relacionados à trajetória da comunidade linguística. O registro desses elementos permite compreender a continuidade, as transformações e os processos históricos associados ao uso da língua.
3.1 A língua é falada no território nacional há pelo menos três gerações?
Sim
3.2 Indique os marcos temporais que caracterizam a história da comunidade linguística
1913 primeira identificação confiável
1915 abertura do Seringal de Américo Casara
1920s-1980s epidemias devastadoras
1930s-1970s mudanças para o Posto Indígena Ricardo Franco e distribuição em fazendas/seringais
1941-43 expedições SPI e Urucumacuã
1950s migração para o seringal Ribeirão
1960 abertura da BR-364
1967 migração para o terreno da DEMA próximo a Porto Velho
1973 migração de remanescentes para a futura TI Tubarão-Latundê
1983 demarcação da TI Tubarão-Latundê (homologada 1990)
2012 transferência de posse do antigo terreno da DEMA para a Comunidade Indígena Cassupá e Salamãi
4 - Classificação Linguística
Esta seção apresenta a classificação linguística da língua de referência, incluindo sua inserção em troncos, famílias ou outros agrupamentos linguísticos, bem como suas relações com línguas geneticamente próximas ou de origem comum. Essas informações contribuem para a compreensão da posição da língua no conjunto das línguas existentes.
4.1 Tipo de língua
4.3 Classificação linguística
4.5 Tronco linguístico
4.6 Família linguística
4.6 Listar as línguas geneticamente mais próximas
Aruá, Cinta Larga, Gavião, Zoró, Suruí
Escolas no território
9.1 Escolas
9.1.1. Há professores que falam a língua de referência?
não
9.1.2 Há Materiais didática na e sobre a língua de referência ?
não
9.1.5 Indique a situação atual da promoção da língua no contexto escolar
Desfavorável à promoção do uso da língua de referência na escola
9.1.6 Justificativa e caracterização das situações desfavoráveis para a promoção da língua no contexto escolar
Não há possibilidade nem necessidade nem demanda para usar a língua Salamãi na escola. A língua parece moribunda e é pouco documentada.
Instituições que promovem a língua
12.1 Nome da instituição
Madereiros não identificados
12.2 Ações prejudiciais
Pagam um pouco de dinheiro para extração ilegal de madeira, mas estragam a floresta, trazem bebidas alcoolicas e drogas, corrompem os Índios, dividem as comunidades.
12.3 Consequências
Representa uma grave ameaça às línguas e à culturas das etnias na T.I. Tubarão-Latundê.
Bibliografia sobre/na língua
Mais informações
6 - Situação político-jurídica
Esta seção registra o reconhecimento formal da língua de referência em instrumentos legais ou normativos, como processos de oficialização, patrimonialização ou regulamentação. As informações reunidas permitem identificar o status jurídico da língua e sua inserção em políticas públicas de proteção, valorização e promoção.
6.1 Oficialização
Sim
6.2 Patrimonialização
Não





